Abaixo segue o levantamento feito para identificar as interfaces intersetoriais entre algumas políticas públicas e os 4 eixos propostos no Plano Operativo da PNSIPCF 2012/2015:

Eixo 01: Acesso das populações do campo e da floresta na atenção à saúde;
Eixo 02: Ações de promoção e vigilância em saúde às populações do campo e da floresta;
Eixo 03: Educação permanente e educação popular em saúde com foco nas populações do campo e da floresta; e,
Eixo 04: Monitoramento e avaliação do acesso às ações e serviços às populações do campo e da floresta.

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[panel title=”Eixo 1″]
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[li]Custear Equipes de Saúde da Família Ribeirinhas.[/li]
[li]Custear para Unidades Básicas de Saúde Fluviais.[/li]
[li]Disponibilizar recurso complementar para: municípios com maiores dificuldades de atração e fixação de profissionais e municípios isolados ou com dificuldade de acesso; e, qualificação da atenção a populações sazonais, rurais, quilombolas, tradicionais, assentadas, isoladas.[/li]
[li]Implantar Equipes de Atenção Básica para populações específicas: equipes de saúde da família para o atendimento da População Ribeirinha da Amazônia Legal e Pantanal Sul Matogrossense.[/li]
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[panel title=”Eixo 1″]
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[li] Prioridades de atenção à saúde da mulher (indígena) [/li]
[li] A diversidade e heterogeneidade brasileira impõem a necessidade de novo enfoque a segmentos historicamente excluídos – como a população negra, quilombolas, ciganos, população em situação de rua, população do campo e da floresta, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais[/li]
[li] Subsistema de atenção à saúde indígena: as Casas de Apoio à Saúde do Índio (CASAI), localizadas em municípios de referência.[/li]
[li] Identificação e cadastramento das parteiras tradicionais e sua vinculação com as unidades básicas de saúde no Nordeste e na Amazônia Legal;[/li]
[li] Implementação do subsistema de atenção à saúde indígena, articulado com o SUS, baseado no cuidado integral, com observância às práticas de saúde e às medicinas tradicionais, com controle social, e garantia do respeito às especificidades culturais.[/li]
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[panel title=”Eixo 2″]
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[li] Saneamento em terras indígenas.[/li]
[li] Fortalecimento e expansão do controle da qualidade da água para consumo humano em serviços de saneamento de pequenos municípios, comunidades rurais e especiais, com as de quilombolas.[/li]
[li] Ampliação da cobertura de sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, de forma sustentável, em áreas urbanas de municípios com população de até 50 mil habitantes, áreas rurais e de relevante interesse social (assentamentos, reservas extrativistas, populações ribeirinhas, entre outras);[/li]
[li] Promoção da gestão sustentável da drenagem e do manejo de águas pluviais, com ações estruturais para minimizar impactos provocados por cheias e alagamentos em áreas urbanas e ribeirinhas vulneráveis;[/li]
[li] Implantação, ampliação e/ou melhoria de abastecimento de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos, inclusive as melhorias sanitárias domiciliares e melhorias habitacionais para controle da doença de chagas para a população rural dispersa, população rural adensada, população residente em localidades de pequeno porte: vilas, aglomerados rurais, povoados, núcleos, lugarejo e demais agrupamentos populacionais caracterizados como rurais, incluindo as comunidades indígenas.[/li]
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[panel title=”Eixo 4″]
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[li] Definição e pactuação de indicadores e metas diferenciadas para o monitoramento e avaliação de iniquidades em saúde desses segmentos (população negra, remanescentes de quilombos, populações do campo e da floresta, população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) no âmbito do SUS[/li]
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[panel title=”Eixo 1″]
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[li] Integração das ações da Medicina Tradicional Chinesa – MTC/Acupuntura com políticas de saúde afins.[/li]
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[panel title=”Eixo 1″]
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[li] Promover a atenção integral à saúde do homem nas populações indígenas, negras, quilombolas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, trabalhadores rurais, homens com deficiência, em situação de risco, em situação carcerária, entre outros, desenvolvendo estratégias voltadas para a promoção da equidade para distintos grupos sociais. [/li]
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[panel title=”Eixo 1″]
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[li] A Política de Atenção à Saúde da Mulher deverá atingir as mulheres em todos os ciclos de vida, resguardadas as especificidades das diferentes faixas etárias e dos distintos grupos populacionais (mulheres negras, indígenas, residentes em áreas urbanas e rurais, residentes em locais de difícil acesso, em situação de risco, presidiárias, de orientação homossexual, com deficiência, dentre outras). [/li]
[li] Promover a atenção à saúde da mulher indígena [/li]
[li] Reduzir da Mortalidade Infantil no Nordeste e na Amazônia Legal, no âmbito do Compromisso para Acelerar a Redução da Desigualdade na Região Nordeste e na Amazônia Legal. [/li]
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[panel title=”Eixo 1″]
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[li] Garantir e ampliar o acesso da população negra do campo e da floresta, em particular as populações quilombolas, às ações e aos serviços de saúde;[/li]
[li] Garantir e ampliar o acesso da população negra residente em áreas urbanas, do campo e da floresta às ações e aos serviços de saúde;[/li]
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[panel title=”Eixo 2″]
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[li] Redução da morbi-mortalidade na população quilombola.[/li]
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[panel title=”Eixo 1″]
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[li] A população indígena contará com regramentos diferenciados de acesso, compatíveis com suas especificidades e com a necessidade de assistência integral à sua saúde, de acordo com disposições do Ministério da Saúde. [/li]
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[panel title=”Eixo 1″]
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[li] Implementação do subsistema de atenção à saúde indígena, articulado com o SUS, baseado no cuidado integral, com observância às práticas de saúde e às medicinas tradicionais, com controle social, e garantia do respeito às especificidades culturais. [/li]
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[panel title=”Eixo 1″]
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[li] Estimular o dinamismo dos territórios rurais, por meio de orientação às famílias beneficiárias acerca das oportunidades econômicas presentes nas cadeias produtivas regionais. [/li]
[li] Implantar projetos de Assentamento Florestal, Projetos de Desenvolvimento Sustentável ou Projetos de Assentamento Agroextrativista instituídos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA.[/li]
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