Como um rio é representado em um mapa? Como se traça o perfil de seu curso da nascente à foz? Desde onde ele é visto para ser traçado? Porque desenhos de figuras humanas, de cenas, de paisagens entre a natureza e a cultura estão presentes com grande destaque em alguns mapas antigos e são ausentes em outros? Porque, de uma época para outra, eles desaparecem?

Estas questões guiam o estudo “Um risco, um lago, um rio – o rio São Francisco e suas imagens cartográficas em mapas antigos do Brasil e das Américas” de Carlos Rodrigues Brandão e Maristela Corrêa, publicado na Revista Brasileira de Cartografia, v. 67, de 2011.