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Lançamento do livro “Campo, Floresta e Águas: Práticas e Saberes em Saúde” em Minas Gerais

Nesta sexta feira, dia 1 de Dezembro, será lançado o livro "Campo, Floresta e Águas: Práticas e Saberes em Saúde" em Belo Horizonte, ás 18:30. Compartilhe e compareça!

Por |30/11/2017|Notícias do Observatório|Comentários desativados em Lançamento do livro “Campo, Floresta e Águas: Práticas e Saberes em Saúde” em Minas Gerais

População rural do Brasil é maior que a apurada pelo IBGE, diz pesquisa

Via: Agência Brasil Pesquisa apoiada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário calcula que 36% da população brasileira é rural, diferentemente dos cerca de 16% apontados pelo último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual maior considera a aplicação de um conceito de rural defendido pelos pesquisadores. De acordo com o levantamento, como só existe o conceito de urbano na legislação, a ruralidade acaba sendo definida por exclusão. A pesquisa é uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura, o Ministério do Planejamento e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e foi apresentada hoje (9), na primeira edição do Diálogos sobre o Brasil Rural, evento destinado ao debate de temas relacionados ao setor. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, participou da abertura do evento, que terá outras edições. O  ministro  Patrus  Ananias  participa de debate. Foto: Antonio Cruz/Agencia Brasil   Segundo a coordenadora da pesquisa Repensando o Conceito de Ruralidade no Brasil: Implicações para as Políticas Públicas, Tânia Bacelar, é essencial ter a compreensão certa do que é o mundo rural para o desenvolvimento adequado de políticas públicas para os moradores dessas regiões. ”Há uma carência de políticas públicas nos territórios rurais. Embora tenha tido uma melhora, ainda é insuficiente, e isso talvez se deva à ideia de que o rural está se extinguindo”, disse a pesquisadora. Tânia explicou que a pesquisa tenta identificar o que é o Brasil rural de hoje e mostrar que, muitas vezes, as políticas públicas desenvolvidas para quem vive em cidades não são adequadas para quem vive no campo. “O Brasil do século 20 tentou ser mais urbano e ter uma economia industrial. Isso [...]

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Atlas: Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia

Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia Larissa Mies Bombardi Laboratório de Geografia Agrária FFLCH - USP, São Paulo, 2017. Este Atlas é resultado de um trabalho intenso que vem sendo desenvolvido nos últimos três anos, e toda a parte técnica de cartografia e de design foi realizada solidariamente. ​ A ideia é que as informações aqui contidas possam circular e possam ser um importante instrumento de conscientização e, também, de suporte para políticas públicas que envolvam a proteção da população exposta aos agrotóxicos. Acesse aqui: https://drive.google.com/file/d/1ci7nzJPm_J6XYNkdv_rt-nbFmOETH80G/view ​

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Convite – Mesa Redonda “Trabalho, Saúde e Ambiente”

Mesa Redonda "Trabalho, Saúde e Ambiente - Desafios e Compromissos na Formação, Pesquisa e Atuação no SUS"

Por |29/11/2017|Notícias do Observatório|Comentários desativados em Convite – Mesa Redonda “Trabalho, Saúde e Ambiente”

Em carta, movimentos sociais questionam utilização da “água como mercadoria que promove carência, doença e morte”

Via Comissão Pastoral da Terra “O povo sabe que precisa de um modo de convivência que promova o Bem Viver e aponte para a Terra Sem Males. Este processo será construído democraticamente desde as comunidades autogestionárias até o nível nacional e além”. Os participantes do seminário “A água na perspectiva do Bem Viver”, organizado pelo Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social (FMCJS) e pelo Movimento de Educação de Base (MEB), divulgaram carta onde questionam o atual modelo “desenvolvimentista” que privatiza a água a grandes projetos. “A água como mercadoria concentra lucros e promove carência, doença e morte”, aponta o texto. “Megaprojetos limitam o acesso das populações à água, reduzem ou eliminam os territórios pesqueiros, privatizam, poluem os lençóis freáticos e salinizam as águas”. Imagem: Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social Na última semana, de 16 a 18, representantes de movimentos e pastorais sociais se reuniram em Brasília (DF) para socializar informações sobre os biomas e construir estratégias para construção de um projeto de Bem Viver. Entre as ações repudiadas pelo grupo está o Fórum Mundial da Água (FMA), marcado para 18 a 23 de março de 2018, em Brasília. Segundo o texto, a iniciativa não oferece soluções efetivas “nem para a crise hídrica, nem para as mudanças climáticas”. “Governantes, grandes empresários e banqueiros têm apresentado falsas soluções, que mascaram sua responsabilidade pelo problema”. Paralelo ao evento patrocinado por multinacionais, na luta contra a farsa ambiental do FMA, propõe-se o Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA) Na carta divulgada no final do encontro, 50 organizações questionam iniciativas que utilizam dos recursos hídricos para o lucro “e causam morte de habitats, o biocídio e o hidrocídio”. “A expansão monopólica dos bancos privados na financeirização e no [...]

Por |23/11/2017|Notícias sobre Saúde do Campo e da Floresta|Comentários desativados em Em carta, movimentos sociais questionam utilização da “água como mercadoria que promove carência, doença e morte”

Relatório da Conferência Livre de Vigilância em Saúde das Populações do Campo Floresta e Águas.

A Fiocruz Brasília sediou, nos dias 09 e 10 de outubro, a I Conferência Livre em Saúde e Vigilância para as Populações do Campo, da Floresta e das Águas. Participaram da atividade representantes de organizações do campo Floresta e águas, trabalhadores da saúde, pesquisadores, representantes de secretarias de saúde, estudantes da saúde e pesquisadores da Fiocruz. Organizada por movimentos sociais, a programação da conferência vai debater os desafios da construção da vigilância em saúde e os modelos de atenção à saúde. A atividade contou com mesas de debate e grupos de trabalho para construção de propostas para a 2a Conferência Nacional de Vigilância em saúde. Acompanhe a relatoria completa da Conferência Livre de Vigilância em Saúde  

Por |23/11/2017|Notícias do Observatório|Comentários desativados em Relatório da Conferência Livre de Vigilância em Saúde das Populações do Campo Floresta e Águas.

Curta “Insurgência”

O que leva 10 mil pessoas às ruas de Correntina (BA)? Insurgência, é um filme que proporciona um mergulho de 5 minutos na manifestação do dia 11 de novembro de 2017 contra a omissão do poder público diante da exploração de água pelo agronegócio no oeste baiano Em meio às palavras de ordem e cartazes em defesa do Rio e das águas, uma grito transborda: "não somos terroristas". Uma reação à forma como a grande mídia repercutiu o ato realizado dia 2 de novembro que destruiu equipamentos de captação de água e irrigação de 2 fazendas na região. Para os manifestantes não há mais tempo para esperar o Estado agir. Não há mais paciência para negociar com órgãos ambientais que em meio à crise hídrica permitem que essas 2 fazendas explorem 183 mil metros cúbicos/dia. Este volume de água seria suficiente para abastecer por dia mais de 6,6 mil cisternas domésticas de 16.000 litros na região do Semiárido. Tudo isso é ainda mais grave quando consideramos a situação do rio São Francisco com barragens nos menores níveis da história. Veja o Vídeo: https://youtu.be/iFTosuHoiw0

Por |14/11/2017|Notícias sobre Saúde do Campo e da Floresta|Comentários desativados em Curta “Insurgência”

Convite para o lançamento do COMITÊ DE EQUIDADE E EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE DE PERNAMBUCO , hoje às 14h.

Por |14/11/2017|Notícias sobre Saúde do Campo e da Floresta|Comentários desativados em Convite para o lançamento do COMITÊ DE EQUIDADE E EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE DE PERNAMBUCO , hoje às 14h.

QUAL A RELAÇÃO ENTRE SANEAMENTO E AGROECOLOGIA?

Publicado por Bernardo Vaz no site do Departamento de Engenharia Ambiental e Sanitária - DESA/UFMG                 Os trabalhos de campo e as oficinas de construção do Programa Nacional de Saneamento Rural vêm apontando inter-relações importantes entre a agroecologia e o saneamento nos territórios camponeses e tradicionais. Em alguns contextos chega a ser difícil separar uma coisa da outra. Apesar disso, é raro encontrar estas duas palavras em um mesmo texto, seja um artigo acadêmico, um livro ou o documento de um programa ou política pública. Para chamar a atenção sobre essas relações, partilhamos alguns olhares sobre o tema. Como disse Diego, menino de O livro dos abraços de Eduardo Galeano: “me ajuda a olhar”.   Lara Braga Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA) pela Universidade Federal do Ceará (UFC). “As bases conceituais da agroecologia, em suas dimensões técnico-científicas e sociais, possibilitam e aprofundam o debate das tecnologias sociais enquanto alternativas locais em consonância com o lugar e os modos de vida, especialmente, de populações rurais. O marco teórico já consolidado dessa ciência, que também é movimento e, portanto, dinâmico, o faz atualizado, mas, também, necessário quando adentramos na questão do saneamento, especialmente em áreas rurais. Por exemplo, estamos vivendo uma crise hídrica no Ceará e os reservatórios continuamente sendo exauridos. É preciso pensar saneamento em uma perspectiva ampliada e complexa, compreendo os interesses por trás dos projetos hídricos que não só têm ampliado os sulcos das iniquidades sociais, mas, paradoxalmente, reduzido drasticamente a capacidade de recarga das águas superficiais e subterrâneas. Ou seja, as próprias estratégias desenvolvidas de abastecimento acabam com o próprio recurso. Ao buscar o diálogo da agroecologia e saneamento, possibilitamos o [...]

Por |8/11/2017|Notícias sobre Saúde do Campo e da Floresta|Comentários desativados em QUAL A RELAÇÃO ENTRE SANEAMENTO E AGROECOLOGIA?

Greenpeace lança relatório sobre agricultura brasileira e agrotóxicos

Baixe através do link abaixo o relatório  técnico “Agricultura tóxica: um olhar sobre o modelo agrícola brasileiro”, que o Greenpeace  está lançando pela Campanha de Agricultura e Alimentação. A ONG convidou diversos especialistas da área acadêmica e científica para compor o relatório com artigos técnicos, considerando nosso modelo de produção, distribuição e comercialização de alimentos. Relatório “Agricultura tóxica"  

Por |1/11/2017|Notícias sobre Saúde do Campo e da Floresta, Sem categoria|Comentários desativados em Greenpeace lança relatório sobre agricultura brasileira e agrotóxicos