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Mapas do Rio ‘São Francisco’ de 1556 a 1860 na visão do invasor – Beiras D’água

Como um rio é representado em um mapa? Como se traça o perfil de seu curso da nascente à foz? Desde onde ele é visto para ser traçado? Porque desenhos de figuras humanas, de cenas, de paisagens entre a natureza e a cultura estão presentes com grande destaque em alguns mapas antigos e são ausentes em outros? Porque, de uma época para outra, eles desaparecem? Estas questões guiam o estudo "Um risco, um lago, um rio - o rio São Francisco e suas imagens cartográficas em mapas antigos do Brasil e das Américas" de Carlos Rodrigues Brandão e Maristela Corrêa, publicado na Revista Brasileira de Cartografia, v. 67, de 2011. https://www.instagram.com/p/B5-hY8yHB9K/?utm_source=ig_web_copy_link

Por |13/12/2019|Notícias do Observatório|Comentários desativados em Mapas do Rio ‘São Francisco’ de 1556 a 1860 na visão do invasor – Beiras D’água

TECNOLOGIAS SOCIAIS DO NORDESTE NÃO SÃO AGRO – Articulação Semiárido Brasileiro

A campanha Agro é Pop, produzida e veiculada pela TV Globo, grande parceira do setor do agronegócio, anda dizendo que as tecnologias sociais que melhoram a qualidade dos agricultores do Nordeste, é Agro. Estas tecnologias não têm relação com o agronegócio como a TV Globo induz as pessoas a acreditar. As cisternas, especificamente, são fruto de um trabalho construído há mais de 20 anos pela sociedade civil organizada e o povo do Semiárido. Um trabalho concretizado pelas famílias agricultoras campesinas, que produzem mais de 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros e brasileiras e são responsáveis pela criação de 75% dos postos de trabalho no campo no Semiárido, ocupando apenas 27% da área, segundo dados do Censo Agropecuário de 2017 (IBGE). Até quando o CAPITAL vai continuar se apropriando do que ele NÃO cuida e constrói? Até quando o DISCURSO do AGRONEGÓCIO vai continuar associando a sua imagem ao que é belo e fruto do trabalho de agricultores e agricultoras familiares? Até quando o AGRONEGÓCIO vai fingir ter uma alma limpa quando sob si pesa a responsabilidade pela destruição da vegetação, de animais, de fontes de água doce e pelos males às pessoas causados pelos agrotóxicos? A Agro é Pop é uma campanha venenosa para o Brasil assinada pela TV Globo, uma emissora que se utiliza de uma concessão pública de radiodifusão para veicular assuntos de interesses privados, quando deveriam ser de interesse público. https://www.instagram.com/p/B5n5bFvnp4j/?igshid=1qjbs9bzuum7j

Por |9/12/2019|Notícias do Observatório|Comentários desativados em TECNOLOGIAS SOCIAIS DO NORDESTE NÃO SÃO AGRO – Articulação Semiárido Brasileiro

3 de Dezembro: Dia Internacional de Luta contra os Agrotóxicos – 35 anos sem justiça – ABRASCO

No dia 3 de dezembro de 1984, 40 toneladas de Isocianato de Metilo (MIC) vazaram de uma fábrica de agrotóxicos da empresa Union Carbide na cidade indiana de Bhopal. Naquela primeira noite, 3,8 mil pessoas morreram. Outras oito mil morreram ao longo da semana, e a estimativa oficial é que pelo menos 20 mil pessoas tenham morrido deste então. Até hoje, pessoas que foram expostas ao gás têm filhos que nascem com transtornos físicos e mentais. Desde esse fatídico fato, pesquisadores em ciências agrárias, ambientais, saúde coletiva, agricultores e movimentos sociais em uníssono e cada vez maior coro denunciam o crime à saúde e ao meio ambiente que os venenos significam, fazendo do dia 03 de dezembro o Dia Internacional de de Luta Contra os Agrotóxicos. Relembrando as decorrências do criminoso incidente em Bophal, o boletim Outra Saúde lembra que os EUA, havia instalado seu projeto de fábrica na Índia com falhas de segurança. Mas nenhum dos seus oito executivos principais foi preso, e o presidente da multinacional, que aprovou o projeto inseguro da fábrica, pagou uma fiança e morreu impune, como lembra a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida. Hoje a empresa pertence à Dow Chemical. A Campanha Internacional por Justiça em Bhopal tem uma série de reivindicações. Algumas delas: que a Dow pague um mínimo de US$ 8 mil para cada sobrevivente, que os executivos sejam julgados criminalmente, que o governo indiano garanta o desenvolvimento de protocolos de tratamento padronizados para doenças crônicas relacionadas à exposição a gases; que a Dow pague pela limpeza do solo e das águas subterrâneas de acordo com os padrões internacionais. No India Today há uma galeria com fotografias da época e, na BBC, fotos atuais da população afetada. Que todos vejam para que tal atrocidade [...]

Por |9/12/2019|Notícias do Observatório|Comentários desativados em 3 de Dezembro: Dia Internacional de Luta contra os Agrotóxicos – 35 anos sem justiça – ABRASCO

Fiocruz Ceará debate potencial transformador dos Agentes Comunitários de Saúde na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

Por |3/12/2019|Notícias do Observatório|Comentários desativados em Fiocruz Ceará debate potencial transformador dos Agentes Comunitários de Saúde na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

Comemoração dos 40 anos do Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento Agricultura e Sociedade, da UFRRJ: Lançamento da coletânea “O Rural Brasileiro na Perspectiva do Século XXI”.

Em comemoração dos 40 anos do Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento Agricultura e Sociedade, da UFRRJ, os professores Sergio Pereira Leite e Regina Bruno organização a coletânea "O Rural Brasileiro na Perspectiva do Século XXI". A coletânea encontra-se dividida em três partes, ou blocos, que buscam dialogar entre si, além do prefácio de Maria de Nazareth Baudel Wanderley. A primeira parte aborda de forma abrangente os diferentes significados do rural contemporâneo, tratando de analisar situações específicas que marcam a compreensão e o reconhecimento desses processos em diferentes áreas de estudo. A parte subsequente volta-se sobre a análise de processos e mobilizações sociais que envolve um número expressivo de novos e velhos atores, bem como as diferentes redes estabelecidas a partir dos mesmos, buscando evidenciar a emergência de conflitos e disputas em diferentes áreas de estudo. O último bloco da coletânea enfatiza o tratamento das políticas públicas em diversos setores e níveis, problematizando desde a concepção e o contexto político que caracterizam o Estado brasileiro até os processos de mediação examinados à luz da capacidade de implementação de um número diferenciado de instrumentos de programas governamentais. Baixe o livro a seguir: O Rural Brasileiro na Perspectiva do Século XXIBaixar

Por |3/12/2019|Notícias do Observatório|Comentários desativados em Comemoração dos 40 anos do Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento Agricultura e Sociedade, da UFRRJ: Lançamento da coletânea “O Rural Brasileiro na Perspectiva do Século XXI”.

Pesquisadores da Fiocruz Ceará abordam o impacto do derramamento de petróleo na vida de pescadoras e marisqueiras do município de Fortim/CE.

Pesquisadores da Fiocruz Ceará estiveram em Fortim no dia 27/11, para visitar e realizar uma roda de conversa com as mulheres pescadoras e marisqueiras. As visitas foram nas praias de pontal de Maceió, no rio Jaguaribe e na comunidade de Jardim. As marisqueiras da região de Pontal de Maceió, de Jardim, da Volta, da Canavieira e do Cumbe, que compreende parte do litoral de Fortim e Aracati relatam que são uma das populações atingidas pelo derramamento de petróleo no Ceará. "Segundo os relatos, cerca de 500 famílias vivem da pesca artesanal de mariscos. O sustento destas famílias foi garantido há diversas gerações pela coleta do marisco no rio Jaguaribe. Após o derramamento de petróleo, a venda do pescado despencou mais de 50% e atingiu violentamente a principal fonte de renda dos moradores. As famílias que sempre se sustentaram com a atividade pesqueira estão perdendo o alimento e seu principal produto de venda, pelo risco de contaminação com o petróleo. Não há consumidores interessados e as pescadoras estão vivendo a incerteza do dia de amanhã. As populações produtoras e consumidoras de peixes e mariscos não tem respostas se estes alimentos estão contaminados, mas estão com medo dos riscos que correm consumindo-os, portanto, reivindicam estudos e análises da contaminação dos peixes e mariscos e da saúde da população pesqueira. A pesquisa de campo começou em abril de 2018, sendo realizados grupos focais e entrevistas e no início de 2020, serão aplicados questionários sobre o histórico de saúde-doença, social, econômico, ambiental, de trabalho e cultural das famílias pescadoras, bem como do atual contexto socioambiental. " Acompanhe a notícia completa em: https://portal.fiocruz.br/noticia/pesquisa-da-fiocruz-ceara-aborda-impacto-do-derramamento-de-petroleo-na-vida-de-pescadoras-e

Por |2/12/2019|Notícias do Observatório|Comentários desativados em Pesquisadores da Fiocruz Ceará abordam o impacto do derramamento de petróleo na vida de pescadoras e marisqueiras do município de Fortim/CE.

Entrevista com Fernando Carneiro sobre Pulverização Aérea no Programa Brasil Rural

Fernando Carneiro é membro do grupo temático Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva - Abrasco. Fernando explica que a prática da pulverização é uma prática altamente nociva, tanto para a saúde humana quanto para o ecossistema. Entrevista completa: http://radios.ebc.com.br/brasil-rural/2019/11/segundo-pesquisador-pulverizacao-aerea-e-uma-pratica-altamente-nociva

Por |25/11/2019|Notícias do Observatório|Comentários desativados em Entrevista com Fernando Carneiro sobre Pulverização Aérea no Programa Brasil Rural

Audiência Pública sobre a contaminação das praias pelo vazamento de petróleo.

Por |22/11/2019|Notícias do Observatório|Comentários desativados em Audiência Pública sobre a contaminação das praias pelo vazamento de petróleo.

A saúde e a relação com os ambientes e as comunidades litorâneas no Ceará impactadas pelo petróleo.

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Lia Geraldo, especialista em contaminação por petróleo, diz estar perplexa em entrevista para a MZC.

Lia Geraldo é especialista em contaminação por petróleo, pioneira nos estudos sobre contaminação por benzeno, doutora em Ciências Médicas e pesquisadora titular aposentada da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cientista atuante na área da saúde pública, integra o Grupo Temático Saúde e Ambiente da Associação Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrasco). Em entrevista para a Marco Zero Conteúdo, ela diz estar perplexa com a situação do derramamento de óleo no oceano e afirma não haver justificativa para tanto sigilo. Ela crítica também a omissão com a saúde e o meio ambiente no desastre do petróleo que atingiu os nove Estados do Nordeste e também o Espírito Santo e que segue impune há quase três meses. "O petróleo é uma mistura de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, às vezes também sulfúricos e com outros produtos, como metais. Alguns desses produtos têm uma penetração muito rápida no organismo por contatos pelas vias aéreas, pela pele e até por ingestão. A quantidade não é muito importante no processo da intoxicação crônica. Os efeitos agudos é que dependem mais da quantidade e também da susceptibilidade da pessoa – se ela é, por exemplo, mais alérgica, se tem desnutrição, se é uma criança, se é mais magra ou gorda. Isso porque os produtos são lipofílicos, têm afinidade com a gordura, vão para os tecidos gordurosos e vão sendo liberados aos poucos. Então pode-se ter efeitos agudos e subagudos, mesmo meses depois." "Eu, como sanitarista, fico constrangida de ver tanta confusão e diz-que-diz em cima de uma coisa tão simples do ponto de vista normativo, pois há base de conhecimento científico. É só uma questão de organizar, nas áreas acometidas, o sistema de saúde para todos que se expuseram: crianças, voluntários, garis, pescadores, etc. O [...]

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