O que leva 10 mil pessoas às ruas de Correntina (BA)?
Insurgência, é um filme que proporciona um mergulho de 5 minutos na manifestação do dia 11 de novembro de 2017 contra a omissão do poder público diante da exploração de água pelo agronegócio no oeste baiano

Em meio às palavras de ordem e cartazes em defesa do Rio e das águas, uma grito transborda: “não somos terroristas”. Uma reação à forma como a grande mídia repercutiu o ato realizado dia 2 de novembro que destruiu equipamentos de captação de água e irrigação de 2 fazendas na região. Para os manifestantes não há mais tempo para esperar o Estado agir. Não há mais paciência para negociar com órgãos ambientais que em meio à crise hídrica permitem que essas 2 fazendas explorem 183 mil metros cúbicos/dia. Este volume de água seria suficiente para abastecer por dia mais de 6,6 mil cisternas domésticas de 16.000 litros na região do Semiárido. Tudo isso é ainda mais grave quando consideramos a situação do rio São Francisco com barragens nos menores níveis da história.

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