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Greenpeace lança relatório sobre agricultura brasileira e agrotóxicos

Baixe através do link abaixo o relatório  técnico “Agricultura tóxica: um olhar sobre o modelo agrícola brasileiro”, que o Greenpeace  está lançando pela Campanha de Agricultura e Alimentação. A ONG convidou diversos especialistas da área acadêmica e científica para compor o relatório com artigos técnicos, considerando nosso modelo de produção, distribuição e comercialização de alimentos. Relatório “Agricultura tóxica"  

Por |1/11/2017|Notícias sobre Saúde do Campo e da Floresta, Sem categoria|Comentários desativados em Greenpeace lança relatório sobre agricultura brasileira e agrotóxicos

Lançamento do Livro “Campo, Floresta e Águas” evidencia o protagonismo das populações

A meta do Observatório é realizar o lançamento da publicação em cada um dos territórios envolvidos na pesquisa Com o objetivo de divulgar pesquisas de avaliação da PNSICFA juntamente com suas populações, o Observatório de Saúde das Populações do Campo, da Floresta e das Águas – Obteia lançou no dia 9 de outubro o livro Campo, Floresta e Águas: Práticas e Saberes em Saúde. O livro reúne reflexões sobre o tema da saúde da população rural através das pesquisas desenvolvidas por 69 autores, entre representantes do SUS, de movimentos sociais e da academia desde 2012, envolvendo onze territórios de todo o país. A publicação busca reunir as vivências das populações e também construir uma memória em conjunto com as mesmas, também contando com revisores acadêmicos e populares. Foto: Rhaiza Lima O coordenador do Observatório e um dos organizadores do livro, Fernando Carneiro, explica que o intuito do projeto não era simplesmente pesquisar, mas de produzir um espaço de protagonismo: “Não queremos que a publicação seja pensada como uma pesquisa para aquelas pessoas, mas sim como algo construído em parceria com essas populações. Todos esses homens e mulheres estão ali presentes como pesquisadores e autores”, ressalta Fernando. Noemi Krefta. Foto: Rhaiza Lima Também autor do livro, Vinícius Oliveira, do Ministério da Saúde e mestre em Saúde Pública, falou sobre o caráter inovador da pesquisa realizada: “O modelo participativo valoriza e fortalece as populações, e é um modelo que não acaba, que se transforma e pensa novas possibilidades para a atenção em saúde”. Evidenciando o caráter participativo do livro, haverá lançamentos em cada um dos territórios envolvidos na pesquisa, com o compartilhamento dos resultados para os envolvidos e também com o objetivo de [...]

Por |24/10/2017|Notícias do Observatório, Sem categoria|Comentários desativados em Lançamento do Livro “Campo, Floresta e Águas” evidencia o protagonismo das populações

Assine a Petição da campanha “O Brasil é Quilombola, Nenhum Quilombo a Menos!”

Em agosto, o futuro de milhões de quilombolas será decidido no Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2004, o Partido Democratas (DEM) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no STF, questionando o decreto 4887/2003 que regulamenta a titulação das terras dos quilombos. O julgamento se estende desde 2012 e será retomado no dia 16 de agosto. Todos os títulos de quilombos no país podem ser anulados. O futuro das comunidades está em perigo. Novas titulações não serão possíveis sem o decreto. Mais de 6 mil comunidades ainda aguardam o reconhecimento de seu direito. As comunidades quilombolas são parte da nossa história, do nosso presente e também do nosso futuro. Assine a petição e diga ao STF que não aceite a ação do Partido Democratas! Junte-se à luta dos quilombolas pelo seu direito constitucional à terra.   Assista o vídeo da campanha: http://https://youtu.be/oyzc3gnSyDI O Brasil é quilombola! Nenhum quilombo a menos!   Assine a Petição aqui

Por |2/08/2017|Notícias sobre Saúde do Campo e da Floresta, Sem categoria|Comentários desativados em Assine a Petição da campanha “O Brasil é Quilombola, Nenhum Quilombo a Menos!”

Lavouras Transgênicas – Riscos e incertezas: mais de 750 estudos desprezados pelos órgãos reguladores de OGMs

O livro apresenta uma revisão bibliográfica de publicações científicas relativas a determinado tema e inova ao colocar questionamentos sobre aspectos do debate científico no campo da transgenia para, em seguida, apresentar um elenco de referências bibliográficas que contrariam versões desse debate adotadas por agências reguladoras e divulgadas em campanhas de marketing das empresas produtoras de transgênicos. Acesse aqui.

Por |9/10/2015|Sem categoria|Comentários desativados em Lavouras Transgênicas – Riscos e incertezas: mais de 750 estudos desprezados pelos órgãos reguladores de OGMs

teste medium

"Pesquisar com" e a Ecologia de Saberes Um relato de posdoutoramento Foto: Bernardo Vaz, Casa José de Alencar da Universidade Federal do Ceará Fernando Ferreira Carneiro — Pesquisador da Fiocruz Ceará e Núcleo de Estudo de Saúde Pública da Universidade de Brasília. Boaventura de Sousa Santos Supervisor — CES/Coimbra — Projeto Alice Prólogo ao relato Acho que os relatos científicos deveriam ser lidos como os livros de romance. Por isso decidi escrever um relato para ser lido, ou melhor, que permitisse uma viagem pelas vivências descritas para um grupo de leitores que vai além da minha área de conhecimento ou de meus pares, com foco no ano de 2014. Isso já ajuda explicar a seleção do formato web…que permite o uso e abuso de imagens, filmes, links e etc…e nos estimula a pesquisarmos e aprofundarmos o que nos interessa no relato de forma mais dinâmica. Já alerto ao leitor que os produtos científicos, stricto sensu, do posdoutoramento, não estão aqui, estão apenas referenciados para acesso. Eles foram desenvolvidos em outras linguagens e formatos, como artigos científicos já publicados e em elaboração, fruto desse fértil período de vinculação com o CES/Coimbra, Projeto Alice e a UPMS. Descobri a ferramenta “Medium” para ajudar nessa tarefa ao ler um relato sobre o Congresso Nacional do MST de 2014, enviado pelo colega Alan Tygel do Movimento. Como, por enquanto, tudo é fácil e gratuito achei a ferramenta muito interessante. Boa leitura!! “Os cientistas dizem que somos feitos de átomos, só que um passarinho me contou que somos feitos de histórias.” (Eduardo Galeano) Sumário 1. Como nasceu a ideia do pós doutoramento no CES? 2. O começo do pós doutorado 3. A prática do pesquisar-com e a Ecologia de Saberes 4. A pesquisa de campo no [...]

Por |20/02/2015|Sem categoria|Comentários desativados em teste medium

Começam os preparativos para o segundo módulo da Formação para a Política Nacional de Saúde Integral para População do Campo e da Floresta

Durante todo este ano, com início em maio, realizou-se nas cinco regiões do Brasil o Curso Nacional Descentralizado para formação de Lideranças e Gestores em Saúde, com foro em gestão participativa da Política de Saúde do Campo. Agora os envolvidos na organização e realização desses eventos se reúnem em uma Oficina Pedagógica, na CONTAG, para uma avaliação do processo ocorrido até agora e o planejamento pedagógico da segunda etapa, que acontecerá no próximo ano.Iniciada ontem, dia 6, a atividade vai até o sábado. Participam representantes das três áreas que coordenam o projeto a nível nacional (Ministério da Saúde, Fiocruz e CONTAG), e também outros parceiros do projeto e colaboradores indicados pela rede de Formação da CONTAG. Da parte da Confederação, participam os assessores e assessoras regionais que já acompanham o processo. Dos cinco eventos realizados no 1º módulo desta formação, o secretário de Políticas Sociais, José Wilson Gonçalves, faz uma boa avaliação: “O resultado tem sido positivo, tanto no momento da formação, quando na participação do movimento sindical e dos gestores de saúde do trabalhador. Quando eles se encontram na atividade, vão descobrindo de que as dificuldades são muito parecidas”, diz. Serão cinco módulos, com atividades intermódulos que trabalham o que foi debatido no curso.“Das atividades intermodulos já surgiram resultados, com estados fazendo reuniões com gestores e lideranças no território de atuação do projeto para fazerem as discussões com foco local”, conta José Wilson. O projeto Este curso de formação é resultado de um convênio da CONTAG com o Ministério da Saúde e Fiocruz. O objetivo é fazer uma formação política com os dirigentes sindicais e os gestores da área da saúde para a implementação da Política Nacional de Saúde Integral para População do Campo [...]

Por |11/11/2014|Notícias do Observatório, Sem categoria|Comentários desativados em Começam os preparativos para o segundo módulo da Formação para a Política Nacional de Saúde Integral para População do Campo e da Floresta

Movimentos Sociais no 2º SIBSA – Conheça quais são os Movimentos Sociais que vão apresentar suas experiências durante o 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente, em Belo Horizonte, de 19 a 22 de outubro

ABRASCO -  13 de outubro de 2014 - Por Vilma Reis e Flaviano Quaresma   Ao longo dos 3 dias de Simpósio, relatos de experiências de vários Movimentos Sociais – nacionais, regionais, do campo e da cidade, vão fazer parte da programação do 2º SIBSA, confira mais informações sobre estes Movimentos: Henrique Sater Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Henrique vai representar o movimento de trabalhadores, operários, informais, subempregados, desempregados que não têm moradia. Vivem de aluguel, de favor ou moram em áreas de risco pelas periferias urbanas do Brasil. No final da década de 1990, o grupo iniciou trajetória de luta contra a especulação imobiliária. “Todos sabem que as grandes cidades brasileiras, cada vez mais ricas, escondem nas periferias a enorme pobreza daqueles que as constroem. Nosso objetivo é combater a máquina de produção de miséria nos centros urbanos, formar militantes e acumular forças no sentido de construir uma nova sociedade. A ocupação de terra, trabalho de organização popular, é a principal forma de ação do movimento. Quando ocupamos um latifúndio urbano ocioso, provamos que não é natural nascer, viver e morrer pobre e oprimido. Ao montar barracos de lona num terreno vazio e organizar os trabalhadores para lutar, cortamos a cerca nada imaginária que protege a concentração de riqueza e de terra nas mãos de poucos” diz o site oficial do Movimento. Maria Izabel Grein Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) Especialista em educação do campo e integrante do setor de educação do MST no Paraná. O MST/PR tem desencadeado ações para consolidar práticas educativas em Agroecologia, na formação política e técnica dos Sujeitos Sem Terra no Estado desde 2002, tem trabalhado na conquista e posterior organização de cursos formais, Curso Técnico [...]

Por |13/10/2014|Boletins, Notícias sobre Saúde do Campo e da Floresta, Sem categoria|Comentários desativados em Movimentos Sociais no 2º SIBSA – Conheça quais são os Movimentos Sociais que vão apresentar suas experiências durante o 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente, em Belo Horizonte, de 19 a 22 de outubro

Produção de tabaco emprega crianças, desmata e causa doenças físicas e psíquicas no RS

A 200 quilômetros ao Sul de Porto Alegre, em São Lourenço do Sul, as rodovias são cortadas por estradas de terra que levam a cenários bucólicos, onde pastagens são de um verde vivo, pés de pêssego estão floridos como cerejeiras, e vacas e ovelhas se confortam sob o sol do inverno. Se seguirmos pelos caminhos empoeirados, surgem grandes galpões de tijolos. São estufas que indicam que a atividade ali é o fumo. Aproximando-nos, encontramos famílias de agricultores que, em geral, aparentam mais idade do que têm. E contam história similar: depois de dias intensos de colheita, sofrem enjoo, vômito, dor de cabeça, tremor, fraqueza. O que, antes, acreditavam ser o desgaste do trabalho pesado, hoje sabem que é intoxicação por nicotina. Não é só o cigarro, alvo de bem-sucedido cerco nas últimas décadas, que faz mal, mas também o contato da pele do fumicultor com a folha molhada do tabaco. A reportagem é de Flávia Milhorance, publicada pelo jornal O Globo, 03-08-2014. A chamada doença do tabaco verde, já descrita em estudos científicos, ocorre principalmente no período da colheita, quando agricultores carregam nos braços as folhas úmidas, seja por suor, orvalho ou chuva. A nicotina é uma molécula solúvel, por isso a água aumenta sua absorção. As concentrações de cotinina (derivado formado após a entrada no corpo) nesses trabalhadores são altas. Um fumante tem níveis acima de 50 ng/ml. Testes de urina realizados pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde mostraram que agricultores não fumantes com sintomas da doença tinham níveis entre 68 e 380 ng/ml. Se fumavam, os índices saltavam para 180 a 800 ng/ml. Os efeitos de longo prazo ainda não estão claros, mas, segundo o ministério, podem aparecer problemas como câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e cardiopatias. — [...]

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Comitês de equidade – Entrevista Kátia Souto

Em fevereiro, Kátia Souto, responsável pela Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas no Ministério da Saúde, respondeu por escrito a uma longa entrevista sobre como vem sendo realizada a implantação da política no país. A entrevista materializa as ações da Política e aborda os resultados que já podem ser sentidos pelas populações do campo, da floresta e das águas. Kátia falou sobre as prioridades para 2014, sobre articulações com estados e municípios, comitês de equidade que já foram implantados por cinco estados e sobre os Cerests rurais. Kátia é Coordenadora da Coordenação Geral de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social/DAGEP/SGEP/MS. Confira o trecho sobre os Comitês de Equidade: Obteia: Em 2013 foram criados 5 comitês estaduais de equidade. Como o tema das populações do campo se insere nesse conjunto maior de questões de equidade e por que essa opção de tratá-las em um espaço comum? Kátia Souto: Os Comitês de Promoção de Politicas de Equidade criados nos estados do RN, ES, PI e SE têm, cada, um assento de representações de movimentos sociais do campo e da floresta, além de representações dos movimentos LGBT, população negra, indígena, população em situação de rua, entre outros, de acordo com a realidade local. A definição por ser um único comitê é da gestão local em diálogo com os movimentos sociais locais.   Obteia: O que se espera dessas instâncias? Kátia Souto: São espaços de diálogo da gestão e dos movimentos sociais, de acompanhamento e monitoramento da implementação das políticas de promoção de equidade e ao mesmo tempo de planejamento e de produção de conhecimento, construindo assim novos mecanismos e instrumentos de gestão participativa no SUS.   Obteia: Como tem sido o [...]

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Ecología de Saberes y Salud del Campo, del Bosque y de las Aguas – Convocatoria de la Revista Tempus Actas

Ecología de Saberes y Salud del Campo, del Bosque y de las Aguas.  La Revista Tempus Actas em Saúde Coletiva (ISSN 1982-8829) informa que está abierta la convocatoria pública para la presentación de artículos para el número especial sobre Ecología de Saberes y Salud del Campo, del bosque y de las Aguas, coordinada por el Prof. Fernando Carneiro (DSC-UnB), Prof. Boaventura de Sousa Santos (Universidad de Coímbra), Cleber Folgado (Campaña Latinoamericana Contra los Agrotóxicos y por la Vida) y  Noemi Krefta, del Grupo de la Tierra (vinculado al Ministerio de Salud y compuesto por representantes de los diversos Movimientos Sociales). La revista será lanzada en el "Coloquio Internacional Epistemologías del Sur" que será realizado del 10 al 12 de julio de 2014, en Coímbra - Portugal. Este numero se presenta en colaboración con ABRASCO, Centro de Estudios Sociales de la Universidad de Coímbra, Universidad Popular de los Movimientos Sociales, Proyecto Alice y la Campaña Latinoamericana contra los Agrotóxicos y por la Vida. El presente número de la Revista Tempus tiene como objetivo central las relaciones entre los pueblos del campo, del bosque y de las aguas con la salud y los movimientos sociales de toda América Latina, en la perspectiva de construir un diálogo de saberes orientados para la práctica de una ciencia crítica y emancipadora. El número pretende contar con contribuciones en cuatro ejes principales: a)Modelos de desarrollo y su impacto en la salud y el ambiente, b)Análisis de las condiciones de vida de esas poblaciones, c)Los movimientos sociales y su relación con las políticas públicas en salud, d)Experiencias de operacionalización del concepto de Ecología y Diálogos de Saberes en esos temas. Quando: Hasta 22 de abril de 2014 Onde: www.tempusactas.unb.br Lançamento: julho de 2014

Por |21/02/2014|Sem categoria|1 Comment