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Novo Horário: Lançamento nacional Revista Tempus às 18h, dia 27/08

By |18/08/2014|Notícias do Observatório|1 Comment

Saúde do trabalhador: ministério disponibiliza protocolos para a área

O Ministério da Saúde publicou um conjunto de protocolos para a ação na saúde do trabalhador. Os textos podem ser acesasdos em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/trabalhador/pub_destaques.php. A página traz também outras publicações - de cordéis a pesquisas acadêmicas - relacionadas à saúde do trabalhador. Confira os protocolos: Protocolos Anamnese Ocupacional: manual de preenchimento da ficha resumo de atendimento ambulatorial em saúde do trabalhador (Firaast), 2006. Atenção à saúde dos trabalhadores expostos ao chumbo metálico, 2006. Câncer relacionado ao trabalho: Leucemia Mielóide Aguda/Síndrome Mielodisplásica decorrente da exposição ao Benzenotrabalho, 2006. Dermatoses ocupacionais, 2006. Doenças Relacionadas ao Trabalho, 2001. Exposição a materiais biológicos, 2006. LER, Dort, Dor Relacionada ao Trabalho, 2006. Notificação de acidentes do trabalho fatais, graves e com crianças e adolescentes, 2006. Perda auditiva induzida por ruído (Pair), 2006. Pneumoconioses, 2006. Protocolo de atenção à saúde dos trabalhadores expostos a agrotóxicos, 2006. Risco químico: atenção à saúde dos trabalhadores expostos ao Benzeno, 2006. Trabalho infantil: diretrizes para a atenção integral à saúde de crianças e adolescentes economicamente ativos, 2005.

By |12/08/2014|Notícias sobre Saúde do Campo e da Floresta|Comentários desativados em Saúde do trabalhador: ministério disponibiliza protocolos para a área

Conselho da APA de Açucena diz não ao mineroduto da Manabi, em MG e ES

Fontes: Articulação da Bacia do Rio Santo Antônio - Movimento Fora Manabi No dia 22 de julho de 2014, após cinco reuniões debatendo os impactos ambientais do mineroduto proposto pela Manabi e mediante um amplo debate com a sociedade Açucenense, o Conselho Consultivo da Área de Proteção Ambiental (APA) de Açucena tomou uma decisão histórica. De maneira UNÂNIME, disse NÃO PARA O MINERODUTO da Manabi! Em mais um mega empreendimento minerário proposto para Minas Gerais, a empresa Manabi pretende cortar 23 municípios dos Estados de Minas Gerais e Espirito Santo para escoar minério de ferro para um Porto que pretende construir em Linhares (ES).   Para exportar minério bruto, a Manabi pretende captar ainda mais água da já frágil Bacia do Rio Santo Antônio, desmatar ainda mais a Mata Atlântica (e certamente dar mais títulos para Minas como Estado campeão em desmatamento da Mata Atlântica), além de cortar diversas propriedades rurais, incluindo comunidades indígenas, tradicionais e assentamentos rurais.   Em Açucena, os impactos não foram corretamente dimensionados pelo empreendedor. Segundo dados da empresa e do próprio IBAMA, o mineroduto cortaria “apenas” 2,5 km da APA de Açucena, quando os dados oficinais (IEF) apontam que tal corte seria de 4 km.   Além do mais, o EIA (Estudo de Impacto Ambiental) omite um conjunto de informações pertinentes ao território e populações que seriam atingidas (a comunidade do Naquinho), sendo que o Estudo do “Coletivo Ambrojê: Ambiente e Sociedade” serviu de base para apontar os equívocos e fragilidades do EIA da Manabi.   Assim, subsidiado dessas informações, o Conselho da APA foi unânime em NEGAR anuência para tal empreendimento. No final de 2013, a prefeita Darcira de Souza Pereira tinha revogado a declaração de conformidade dada pela [...]

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Lançamento internacional da revista Tempus: fotos

O lançamento internacional da edição especial da revista Tempus Actas em Saúde Coletiva, que trata sobre saúde das populações do campo, da floresta e das águas, aconteceu durante o Colóquio Epistemologias do Sul, em Coimbra, Portugal. A atividade, que reuniu pesquisadores das Américas, da Europa e da Àfrica, teve um momento dedicado ao lançamento de publicações. As publicações tratam sobretudo de temas relacionados a povos e países do Sul global. O lançamento, no Brasil, da edição impressa, está agendado para 27 de agosto, em Brasília. Saiba mais. Confira nos slides abaixo algumas imagens de Coimbra:  

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Novo desastre no porto de Aratu afeta a Ilha de Maré, na Bahia

Fonte: Campanha Nacional pela Regularização dos Territórios das Comunidades Tradicionais Pesqueiras, em 31 de julho de 2014   No último dia 29, aproximadamente às 13:00 hs, ocorreu um novo desastre nos tanques da Royal Vopak no porto de Aratu, nas proximidades da Ilha de Maré, Bahia, levando pânico aos pescadores da região. Um tanque carregado com metanol e outro com álcool incendiaram, existindo forte possibilidade de explosão, e trouxeram riscos à vida dos trabalhadores do porto, dos moradores da Ilha de Maré e das comunidades vizinhas.O porto de Aratu está sendo evacuado e os trabalhadores estão sendo conduzidos para um local chamado “boca do campo”, próximo da Dow Química, destinado para rota de fuga. Quanto aos moradores de Ilha de Maré, esses estão expostos a risco ainda maior, pois não existe qualquer sistema de segurança que proteja a vida dos habitantes. Além disso, existem riscos de danos irreparáveis ao meio ambiente e a saúde da população, que já está sendo afetada pelos gases tóxicos que chegam à comunidade. Esta situação tem sido denunciada pelas comunidades afetadas, mas o Governo do Estado permanece omisso e cúmplice destas empresas poluidoras. Royal Vopak é a maior operadora independente de tanques e terminais do mundo, especializada no armazenamento e manuseio de petróleo, óleos e produtos químicos líquidos e gasosos. Só no porto de Aratu, a empresa possui uma capacidade de armazenar 90.600 m3 de produtos petroquímicos. Pedimos que os parceiros da comunidade de Ilha de Maré divulguem esta mensagem e escrevam mensagens para as autoridades ajudando a denunciar a situação. Lembre outras denúncias do caso  Na semana do meio ambiente, em Junho desse ano, o MPP Bahia e a CESE realizaram uma série de ações denunciando o caso da Ilha [...]

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Moção de Solidariedade da CLOC-LVC ao Movimento dos Pequenos Agricultores

Fonte: MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores)   Nós, dirigentes de 21 organizações, provenientes de 15 países, membros da CLOC – Via Campesina, reunidos em San Salvador – El Salvador, para dar continuidade ao processo de construção de nosso VI Congresso que se realizará em Buenos Aires – Argentina, entre os dias 10 e 17 de abril de 2015, vimos manifestar nossa solidariedade ao Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA, que nos últimos dias tem sido vitima de uma ofensiva judicial por parte da transnacional Monsanto.  Tal empresa representa ao interesses do capital no campo através do agronegócio que vem contaminando a terra, a água, destruindo a biodiversidade, impondo as sementes transgênicas e agrotóxicos, e expulsando milhões de camponeses e povos originários dos seus territórios ancestrais.  Esta empresa em vários estados do Brasil entrou com ações judiciais contra companheir@s do MPA, acusando-lhes de preparar ações de “invasão” ao patrimônio da empresa, entre outras acusações. Estes processos judiciais contra estes companheiros representam em parte uma parte das injustiças cometidas pela Monsanto nos países onde atua, bem como o processo de criminalização das lutas populares. Assim, reafirmamos enquanto CLOC-Via Campesina que a Monsanto representa um projeto de morte e um perigo para a soberania alimentar dos nossos países, enquanto o MPA e a Via Campesina do Brasil representam o projeto de produção de alimentos saudáveis em convívio com a biodiversidade, o que se consolida na Agroecologia como proposta política e produtiva para o mundo, em outras palavras, representam a construção da soberania alimentar e portanto merecem todo o apoio e solidariedade de nossas organizações e países. CONTRA O SAQUEO DO CAPITAL E DO IMPERIO, AMÉRICA LUTA! PELA TERRA E ASOBERANÍA DE NOSSOS POVOS, AMÉRICA LUCHA!

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Guardiões de sementes enriquecem experiências pessoais

Fonte: Diário Popular (Pelotas), 16/07/2014 Por: Cássia Medronha   Evento na sede da Embrapa Clima Temperado reuniu guardiões de espécies vegetais e animais As sementes crioulas são as adaptadas ao ambiente específico de determinado local ao longo de muitos anos. (Foto: Paulo Lanzetta – Especial DP) “Descobri naquele momento que aquela era a minha cota com a humanidade”, descreve agricultor Juarez Felipi Pereira, do município de Barra do Ribeiro. Ele conta que há 12 anos se identifica com uma responsabilidade e viveu um momento especial na sua vida ao se dar conta desse papel. Após trabalhar por 30 anos na atividade agrícola convencional, passou por um período de reeducação alimentar e converteu a produção para o cultivo orgânico. Na tentativa de resgatar variedades crioulas, como o arroz farroupilha presente em sua família por mais de 80 anos, conta ter tido uma especial lembrança do que já fazia com sete anos de idade. Foi então que desabafou com os olhos cheios d’água a citação do início desta matéria. “Foi um momento fantástico, cheio de vida”, completa Juarez. Hoje com 56 anos, mantém 36 variedades de arroz crioulo, 12 com destino comercial em feiras. O autoconhecimento fez com que o agricultor agisse imitando um pesquisador, fazendo relatórios dos seus cultivos sem saber se um dia seriam vistos e sem imaginar que, mais tarde, seria chamado de guardião de sementes crioulas de arroz. Segundo o pesquisador da Embrapa Clima Temperado Irajá Antunes, as sementes crioulas são as adaptadas ao ambiente específico de determinado local ao longo de muitos anos. Cada uma adquire características regionais e culturais, contribuindo com a biodiversidade e segurança alimentar das famílias mantenedoras, já que se tornam mais resistentes e menos dependentes de insumos. Os chamados guardiões são [...]

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Inscrições abertas para o IV Seminário Observatórios, Metodologias e Impactos: territórios e políticas públicas

O IV Seminário OBSERVATÓRIOS, METODOLOGIAS E IMPACTOS - TERRITÓRIOS E POLÍTICAS PÚBLICAS dá sequência à tematização de interesse de um coletivo de Observatórios comprometidos com a organização e democratização das informações, assim como com a afirmação de políticas públicas no contexto da sociedade e Estado contemporâneos. O evento dá continuidade aos três Seminários anteriores, que objetivaram promover o estudo e o debate sobre o papel dos Observatórios, suas metodologias e impactos junto às políticas públicas, assim como a articulação entre os agentes e pesquisadores destas tecnologias sociais. Confira apresentação, programação e inscrições em: http://www.unisinos.br/eventos/iv-seminario-observatorios-metodologias-e-impactos-territorios-e-po-ex121407/22158. Objetivos Analisar e articular as concepções, práticas e contribuições na qualificação das estratégias de relação dos Observatórios com os territórios e os seus impactos nas políticas públicas. / Objetivos específicos: • Promover o debate sobre as metodologias de acesso, sistematização e publicização dos indicadores e bases de dados utilizados pelos Observatórios; / • Avaliar as contribuições e limites dos Observatórios nas suas relações com os agentes implicados na construção e controle social das políticas públicas nos diferentes territórios. Período 29/09/2014 a 30/09/2014 Carga Horária 15 horas Dias de Aula 29 de Setembro 14h às 22h 30 de Setembro 8h30min às 18h Local Auditório Central Público de interesse Acadêmicos, pesquisadores, gestores governamentais, da sociedade civil e conselheiros e agentes que atuam vinculados a Observatórios e nos processos de fortalecimento da transparência e democratização do Estado e da Sociedade. Certificado O aluno receberá certificado de frequência, e para isso deverá ter no mínimo 75% de frequência em todo o evento. O(a) participante deverá assinar a ata de presença em cada evento. O certificado estará disponível no Atendimento Unisinos (mediante a taxa de R$9,00) a partir de 15 dias após seu término. Promoção Universidade [...]

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Saúde, agroecologia e o III ENA: entrevista com Paulo Petersen

(*) O III Encontro Nacional de Agroecologia (ENA) reuniu 2200 participantes em Juazeiro da Bahia, no mês de maio de 2014. Dos cerca de 2200 participantes, 70% eram agricultores envolvidos com a prática da agroecologia e 50% eram mulheres. Paulo Petersen, coordenador Executivo da AS-PTA – ONG que assessora organizações da agricultura familiar e movimentos sociais do campo e esteve na organização do ENA – conversou com o Observatório, avaliando o encontro. Na entrevista, ele fala sobre como a agroecologia relaciona-se com a saúde, dos desafios para o próximo período para a construção do movimento agroecológico, dos resultados e métodos do ENA, em particular da expressiva participação de mulheres. Confira a entrevista: Observatório – Saúde foi uma das palavras do lema do ENA. Como se chegou a isso? Paulo Petersen – A pergunta geradora do III ENA foi: Por que interessa à sociedade apoiar a agroecologia?A partir das experiências, queríamos demonstrar que a agricultura de base agroecológica promove múltiplos benefícios não só para os agricultores, mas para o conjunto da sociedade. O ENA é um encontro de caráter político. Temos consciência de que apoio de crescentes segmentos da sociedade é condição fundamental para que a agroecologia seja incorporada como referência nas políticas de Estado. A questão da saúde é chave na construção dessa compreensão mais ampla sobre o papel da agroecologia. Por isso, o lema do III ENA articulou três ideias chave: alimentar a saúde – ressaltando que a saúde é promovida por relações mais harmônicas com a natureza, a começar pela qualidade dos alimentos que consumimos; cuidar da terra – que a dimensão ecológica do desenvolvimento; e cultivar o futuro – que enfatiza o critério da sustentabilidade Observatório – Do ponto de vista da relação entre Saúde e Agroecologia, o [...]

By |18/07/2014|Notícias do Observatório|1 Comment

Vídeo: Abertura do Colóquio Epistemologias do Sul – Boaventura de Sousa Santos

Fonte: Alice News   Confira a Conferência de Apresentação e Abertura doColóquio Internacional Epistemologias do Sul – Aprendizagens Globais: Sul-Sul, Sul-Norte e Norte-Sul, com o Professor Boaventura de Sousa Santos, coordenador do Projeto ALICE  

By |14/07/2014|Notícias sobre Saúde do Campo e da Floresta|Comentários desativados em Vídeo: Abertura do Colóquio Epistemologias do Sul – Boaventura de Sousa Santos